A Polícia Civil assegura que o último local onde Ana Sophia, 8 anos, esteve foi a residência do investigado Tiago Fontes, que teve um mandado de prisão decretado pela Justiça da Paraíba.
De acordo com o delegado Aldrovilli Grisi, as investigações minuciosas apontam para a comprovação de que imagens de câmeras de segurança mostram que a pessoa que entra na casa é a menina desaparecida. Há também afirmação de testemunhas. A criança desapareceu no dia 4 de julho, na cidade de Bananeiras, na Paraíba.
Na casa do investigado, a perícia recolheu celulares, computadores e livros sobre execução, ocultação de vestígios e temas que sugerem à polícia questões ligadas à psicopatia, declarou o delegado Pablo Ewerton. No carro de Tiago Fontes, a polícia identificou marcas de sangue, mas a perícia não confirmou a evidência de material genético humano.
Coletiva de Imprensa
Nesta sexta-feira (22), a Polícia Civil reuniu jornalistas para uma entrevista coletiva, com o delegado-geral André Rabelo, a delegada Maíra Roberta e os delegados diretamente envolvidos na investigação – Pablo Ewerton e Diógenes Fernandes.
O desaparecimento de Ana Sophia

A criança desapareceu no Distrito de Roma no dia 4 de julho, no trajeto entre a residência onde morava e a de uma amiga, de onde saiu por volta das 12h34.
Câmeras de segurança registram os passos de Ana Sophia após deixar o local. A análise das gravações revelou que a criança deixou a casa da amiga e “desceu” a rua com sentido à Rodovia PB 105, chegando à bifurcação que dá acesso à Rua Francisco Maia, de onde ela some subitamente.
Com Portal T5









