Mais uma vitória política do vereador Romero Ramos e do grupo que hoje comanda a Câmara Municipal de São João do Cariri, formado pelo atual presidente Beto Galdêncio e pelos vereadores Zé Roberto Medeiros, Alisson Farias e Danilo Luís.
A eleição para a Presidência da Câmara ocorreu de forma limpa, transparente e dentro da legalidade, garantindo ainda a definição do segundo biênio (2027/2028), que teria Romero Ramos como presidente.
Inconformada com o resultado, a base ligada ao Executivo partiu para o tapetão. O vereador líder do prefeito ingressou com ação judicial tentando anular a eleição do segundo biênio. Sem sucesso, a ofensiva continuou: o então líder da situação, Natercio Pereira, também acionou a Justiça pedindo o cancelamento da eleição da mesa diretora.
O resultado foi claro e repetido: derrota em primeira instância e, após recurso, nova derrota. A Justiça falou duas vezes.
O que mais chama atenção em todo esse episódio é um detalhe nada pequeno: o advogado que assina as ações é o mesmo que representa o prefeito em sua cidade. Um fato que, no mínimo, levanta questionamentos e reforça a percepção de que a tentativa de anulação não foi apenas um movimento isolado do Legislativo, mas uma articulação política com digitais do Executivo.
Diante desse cenário, a pergunta é inevitável:
A situação está rachada?
Quando aliados recorrem à Justiça para tentar desfazer uma decisão legítima da própria base, fica evidente que há desgaste, disputa interna e perda de comando político. A insistência em judicializar uma eleição validada revela mais do que inconformismo revela medo do futuro e dificuldade de aceitar a derrota no voto.
No jogo político, a mensagem ficou clara: nas urnas da Câmara e nos tribunais, o grupo de Romero Ramos saiu vitorioso. Já a situação, ao que tudo indica, segue dividida e sem discurso unificado.
Com informações da ASCOM










