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Morte do ex-ministro Raul Jungmann repercute na classe política: “defensor da democracia”

Morreu, aos 73 anos, o político pernambucano Raul Jungmann, nesse domingo (18). Ele estava internado no Hospital DF Star, em Brasília, e faleceu em consequência de um câncer no pâncreas. Ao longo da carreira política, o pernambucano ocupou quatro vezes o cargo de ministro. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. E ainda no governo FHC, Jungmann ocupou as presidências do Ibama e do INCRA.

Já no governo de Michel Temer, Raul Jungmann comandou as pastas da Defesa e da Segurança Pública e também foi responsável por coordenar operações baseadas em decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autorizaram a presença das Forças Armadas em estados afetados por crises na segurança pública. 

Apesar da doença, Jungmann se mantinha ativo nas discussões sobre a exploração dos minerais críticos no Brasil, isso porque, desde 2022, ele era presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Com CBN Recife